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Novo albúm de Ana cañas

12/08/2009

Ana cañas cantora de MPB fui um sucesso com o primeiro disco AMOR E CÃOS. agora vem com o segundo, passou quatro meses no Rio para gravar o seu segundo disco, Hein? (Sony Music), que acaba de chegar às lojas. A temporada resultou em parcerias com o ex-Titãs Arnaldo Antunes e em planos de mudança definitiva de endereço. “A cidade foi uma influência para as minhas composições. Eu era tensa, agressiva, e o Rio me trouxe uma paz interior, um entendimento de que o mundo não está contra mim”, conta.

(abaixo trecho da ENTREVISTA A VEJA)

Você faz parte de uma nova geração de cantoras. Como vê a renovação da música nacional?
É muito legal a música brasileira estar se renovando, e num cenário tão feminino. Nos anos 80, dominou o rock, então, eram os meninos que mandavam. Na década de 90, teve aquela coisa do axé, pintaram muitas cantoras, mas só depois do ano 2000 vem rolando uma coisa de compositoras, que é muito legal, é algo rico.

Quais das novas cantoras você mais ouve?
Eu destaco a Roberta Sá, que acho bacana, e a Mariana Aydar. Também gosto da Céu. Acho que são três cantoras e compositoras bem interessantes.

Você não se define como uma cantora de MPB?
Eu me defino como uma cantora promíscua, no bom sentido (risos). Eu não tenho uma preocupação com estilo. Eu tenho preocupação em fazer letra boa, em fazer uma música que me faça feliz ao tocar. Isso vai estabelecer a comunicação com o público.

Essa “promiscuidade” coloca você um pouco à parte da nova geração de cantoras, que buscam ritmos tradicionais como o samba. Essa é a sua proposta?
Olha, eu não faço isso só para me diferenciar das outras, pensando: “Aqui eu vou me dar bem”. Não é esse o meu raciocínio. Essa escolha é uma coisa muito inata, orgânica. Eu também poderia gravar samba. Cartola e o Nelson Cavaquinho são dois caras que eu adoro e admiro, não descarto gravar. Tem samba que é mais rock’n’roll que o próprio rock’n’roll.

Que comparação você faz entre Hein? e Amor e Caos, seu primeiro disco?
Acho que houve um caminhar, um amadurecimento. Se as pessoas vão gostar mais de um ou de outro, eu não sei. Mas, fazendo uma autocrítica em relação ao primeiro disco, já com distanciamento, eu poderia dizer que houve um crescimento, uma busca por uma composição melhor, por uma poesia mais elaborada, com mais intimidade com as palavras e com mais profundidade, também. Eu tinha a preocupação de evoluir como compositora.

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